Pesquisas analisam os efeitos dos microplásticos no organismo
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Estudos recentes indicam uma presença crescente de microplásticos nos alimentos. Pesquisadores da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp investigam os impactos dessas partículas no organismo humano e analisam possíveis associações com doenças ósseas, como a osteoporose.
Diante dos impactos ambientais e sanitários associados aos plásticos, pesquisadores da Unicamp também trabalham no desenvolvimento de alternativas sustentáveis. Um dos projetos envolve a criação de um filme biodegradável e comestível, capaz de substituir o plástico na indústria alimentícia, especialmente em embalagens de produtos perecíveis, como hortaliças, carnes e frutas.
O principal componente do biofilme é a amilopectina — um tipo de amido utilizado na produção de polímeros biodegradáveis —, encontrada naturalmente em vegetais como milho, batata, arroz e trigo. “O material se decompõe em até 45 dias. Dessa forma, devolvemos à natureza apenas dióxido de carbono e água”, explica Giovana Padilha, professora da FCA, que participou da pesquisa ao lado de Deborah Montagnoli, então sua orientanda de mestrado.
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