Aplicativo desenvolvido na Unicamp simula metabolismo humano
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Formar um profissional de saúde vai além de memorizar sistemas do organismo e nomes de hormônios. É preciso compreender processos complexos, integrados e invisíveis, como o controle da glicemia, mecanismo alterado em doenças como obesidade e diabetes. A então aluna de graduação em Biologia Ana Clara de Gouvêa Fernandes enxergou ali uma oportunidade de desenvolver uma ferramenta para o aprendizado do tema ao lado do professor e pesquisador Everardo Magalhães Carneiro, do Instituto de Biologia (IB) da Unicamp e do Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades (OCRC).
“As imagens dos livros estavam paradas. Eu imaginava que seria tão sensacional se elas se mexessem”, lembra Fernandes. Da frustração nasceu a pergunta científica que guiou sua tese na Unicamp: e se fosse possível simular o metabolismo humano em um aplicativo?
O objetivo de Fernandes não era criar um aplicativo por si só, conta, mas resolver um problema educacional. De acordo com orientanda e orientador, muitos estudantes da área da saúde sabem o que é a insulina, mas não compreendem o que ela faz em conjunto com o fígado e outros órgãos, e como isso muda quando há dificuldade de ação da insulina, como na obesidade e diabetes tipo 2, ou na ausência total desse hormônio, como no diabetes tipo 1.
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